Candidíase recorrente e contraceptivos orais

Candidíase recorrente e contraceptivos orais

A vagina abriga uma quantidade infinita de micro-organismos e entre eles, podemos destacar um dos fungos mais conhecidos entre as mulheres: Candida albicans. 

Quando o organismo entra em desequilíbrio, esses fungos podem se expandir, ocasionando a candidíase vaginal. O quadro, que possui grande incidência entre as mulheres, provoca sintomas como coceira, ardência e até mesmo dor.

Novos estudos têm apontado relação entre a utilização de contraceptivos orais e a candidíase vaginal crônica , a qual é desencadeada por fatores de risco, como por exemplo o uso de contraceptivos orais*.

Além disso, estudos** apontam que em mulheres com episódios comprovados de candidíase recorrente, a suspensão temporária do uso da pílula combinada promoveu menor número de recorrências em comparação às mulheres que não suspenderam o contraceptivo. 

Os estudos** também mostraram aumento no risco de vulvovaginites recorrentes em usuárias de contraceptivos orais combinados (COC) contendo doses de etinilestradiol acima de 35 mcg, independentemente do progestagênio associado.

Dessa forma, percebe-se cada vez mais a importância do desenvolvimento de estudos sobre fisiologia humana para a compreensão integral das patologias.

Fonte*: { Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial – Disponível em: https://bit.ly/3bpctrw }
Fonte** { FEBRASGO – Disponível em: https://bit.ly/2F3Bs7l }