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O que evitar para conquistar uma longevidade mais saudável

O que evitar para conquistar uma longevidade mais saudável

O que significa ter uma longevidade saudável?

Acreditamos que o envelhecimento é um processo inevitável e fisiológico do ser humano, contudo, as suas nocivas consequências à saúde não devem ser normalizadas e banalizadas.

Assim, ter uma longevidade saudável é sobre respeitar o seu corpo e suas necessidades, cuidando dele através da adoção de hábitos de estilo de vida saudáveis, bem como o acompanhamento médico para que a sua saúde passe por um olhar clínico e orientando a respeito de condutas a serem tomadas em prol da sua saúde.

Por conta disso, hoje vamos esclarecer algumas condutas a evitar para conquistar uma longevidade mais saudável.

Continue a leitura e confira.

Afinal, o que pode interferir negativamente em uma longevidade saudável?

Como foi possível compreender na introdução deste artigo, ter uma longevidade saudável abrange uma série de condutas, em sua maioria, relacionadas ao estilo de vida de cad indivíduo.

Nesse sentido, ter uma longevidade saudável é realizar consultas regulares com seu médico de confiança, alimentar-se de maneira adequada e equilibrada, além de buscar viver com qualidade.

Em simultâneo, o que pode interferir negativamente em uma longevidade saudável são exatamente atitudes que contradizem um estilo de vida saudável.

Afinal, a longevidade saudável é composta por um grupo de ações e atitudes que nós devemos escolher diariamente para viver uma vida tranquila, saudável e feliz.

Com o intuito de esclarecer as condutas inapropriadas em prol do envelhecimento saudável, separamos algumas atitudes cotidianas que devem ser evitadas para tal objetivo.

O que evitar para ter uma longevidade saudável #1 – Má alimentação

O intestino é o nosso segundo cérebro. Ou seja, através dele que controlamos o funcionamento e o desempenho de todo o nosso corpo.

Além disso, ele também é responsável por cerca de 95% da produção de serotonina do corpo, o que interfere diretamente na maneira com a qual lidamos com o nosso cotidiano.

Assim, o sistema nervoso entérico funciona como um estabilizador do humor, que trabalha de maneira independente do sistema nervoso central do corpo, guiando os desejos e comportamentos de cada pessoa.

Com o intuito de ampliar a visão sobre a importância da alimentação para uma longevidade saudável, um estudo, realizado por pesquisadores da Filadélfia, delineou a associação entre as mudanças climáticas e a obesidade.⠀

As descobertas revelaram que, à medida que as temperaturas globais aumentam, as pessoas tornam-se menos ativas fisicamente e menos capazes de queimar o excesso de gordura.

Dessa maneira, quadros de sobrepeso ou obesidade tornam-se mais comuns e facilitados.⠀

Além disso, o estudo também englobou as questões climáticas, avaliando a influência que pessoas com sobrepeso possuem sobre o aumento das emissões de gases de efeito estufa, ao considerar a sua opção por utilizar mais meios de transporte com combustível do que optar por caminhadas ou até mesmo andar de bicicleta.

Os pesquisadores ainda ressaltaram os perigos e riscos para o desenvolvimento de outras patologias a partir de um quadro de obesidade, como por exemplo o câncer (de mama e endometrial, câncer de esôfago, cárdia gástrica, cólon, reto, fígado, vesícula biliar, pâncreas, rim, glândula tireóide e mieloma múltiplo).

O que evitar #2 – Excesso de estresse

Quando liberado na corrente sanguínea, o cortisol pode auxiliar em diversas funções do corpo humano, principalmente como uma resposta para eventos de estresse ou de perigo.

A liberação do hormônio aumenta o metabolismo da glicose no corpo, controla a pressão arterial e até mesmo reduz a inflamação.

Ao longo do dia, os níveis de cortisol no sangue variam de acordo com a atividade diária realizada pelo indivíduo e também devido aos níveis de serotonina – hormônio produzido pelo intestino.

Quando acordamos, os níveis de cortisol são maiores e vão diminuindo ao longo do dia, contudo, como citado anteriormente, eventos estressantes ou que representem algum tipo de perigo podem ativar a produção mais acelerada do hormônio.

Segundo um estudo, níveis elevados de cortisol acarretam dor e inflamação generalizada ao indivíduo que sofre com o estresse crônico.

Além disso, um estudo relaciona a privação de sono com a elevação do cortisol, o que pode comprometer a regulação da glândula pituitária e todas as suas funções.

Outra consequência é o enfraquecimento do sistema imunológico que, com a elevação crônica da produção de cortisol, resiste às suas ações e acumula o hormônio no organismo, aumentando a produção de citocinas inflamatórias, de acordo com estudo.

Nesse sentido, exercitar o gerenciamento de estresse é uma poderosa ferramenta para a construção de um estilo de vida mais saudável.

O que evitar #3 – Sedentarismo

Quanto tempo você costuma ficar sentado durante o dia?

Segundo um estudo publicado pelo American Journal of Preventive Medicine, as pessoas ficam sentadas, em média, 4,7 horas por dia.

Ao acordar, nos sentamos para tomar café da manhã. Posteriormente, sentamos no carro a caminho do trabalho. No ambiente corporativo, permanecemos sentados. Almoçamos e jantamos sentados para, em seguida, sentar no sofá para assistir televisão.

Em resumo, passamos muito tempo sentados e a ciência percebe cada vez mais os riscos do sedentarismo.

De acordo com um estudo, indivíduos que passam muito tempo sentados e com baixos níveis de energia correm um risco maior de desenvolver um quadro de ansiedade.

Para os pesquisadores, a ansiedade e o comportamento sedentário estão conectados por conta da insuficiência de sono, saúde metabólica precária e isolamento social.

Além disso, o sedentarismo pode representar outros perigos na vida dos indivíduos como por exemplo, o desenvolvimento de má postura e dores nas costas, o ganho de peso, o desenvolvimento de doenças crônicas e também um risco de desenvolvimento de coágulos sanguíneos.

Assim, evitar o sedentarismo ao manter uma rotina de exercícios, equilibrada com uma dieta balanceada, é possível promover a saúde e auxiliar na prevenção de inúmeras condições e doenças.

O que evitar #4 – Sono de má qualidade

Quando dormimos mal, o nosso corpo acorda cansado, sem energia e forças para enfrentar a rotina que temos pela frente. Em resumo, um corpo cansado não funciona!

É possível afirmar que dormir bem é um fator essencial para a promoção da qualidade de vida, saúde e bem-estar para todos os indivíduos.

Quando o sono é insuficiente ou de má qualidade, consequências nocivas podem ser observadas em diversos indivíduos.

Segundo um estudo, aspectos negativos da saúde do sono, em conjunto, podem aumentar o risco de doenças cardíacas em até 141%.

Os especialistas avaliaram diversos aspectos do sono que incluem: regularidade, satisfação, estado de alerta durante as horas em vigília, horário, eficiência e duração do sono.

Os resultados demonstraram que, cada aumento adicional nos problemas de saúde do sono, estava associado a um aumento do risco de doenças cardíacas.

A obtenção de tais resultados foi possível através da revisão de dados de sono de 6.820 adultos norte-americanos com idade média de 53 anos, avaliando as características de sono individuais e o seu histórico de doenças cardíacas.

O que evitar #5 – Ignorar a importância do equilíbrio hormonal

Comprometer-se com sua saúde significa preocupar-se com o equilíbrio hormonal do seu corpo.

Afinal, os hormônios regem a nossa vida e, consequentemente, o seu nível de qualidade.

Por conta disso, cada vez mais a atenção do campo das Ciências da Longevidade Humana tem girado em torno da compreensão do organismo humano através de um plano com maior amplitude.

Essa visão mais integral do ser humano possibilita a consideração de suas capacidades e necessidades, além de outros aspectos isolados e relacionados ao desenvolvimento de possíveis patologias, visando o seu controle ou prevenção.

Contudo, mesmo com o acompanhamento integrado de um paciente, o declínio hormonal é um evento inevitável para a fisiologia humana.

Considerando esse contexto, são necessárias mudanças de hábitos – esclarecidas ao longo deste artigo -, além da utilização de uma importante ferramenta para auxiliar nesse processo: a Terapia de Reposição Hormonal (TRH).

Para que a terapia de reposição hormonal ocorra com sucesso, é essencial a constante atualização a respeito dos conhecimentos na área da medicina focada em hormonologia.

Por que a longevidade saudável é importante?

Precisamos visualizar o nosso corpo como se ele fosse uma grande fábrica.

Para que ela funcione e produza seus serviços ou produtos, é necessário que as máquinas sejam abastecidas e ligadas. Além disso, é preciso realizar a manutenção de equipamentos, treinamento de funcionários e outras demandas que possibilitem o seu pleno funcionamento.

Da mesma maneira funciona o nosso corpo, afinal, ele é uma grande máquina ordenada por hormônios, que regem órgãos e todas as suas funções para que possamos andar, falar, dormir, comer e até mesmo pensar.

Quando pensamos através desse ponto de vista, não parece tão absurda a afirmação de que o estilo de vida que adotamos influencia diretamente a nossa longevidade saudável.

Dessa forma, buscar passar os anos com saúde, qualidade de vida e bem-estar precisa ter como base ações cotidianas e indispensáveis para alcançar tais objetivos.

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